Já escrevemos sobre como uma boa noite de sono mantém corpo e mente jovens, e já mostrámos também como o descanso é fulcral para que o cérebro execute determinadas funções.
Agora, dois estudos são notícia ao sugerirem que existe uma ligação entre insónia e o aumento do risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

“Um estudo da Fundação Pasqual Maragall, especializada na investigação de Alzheimer, encontrou mudanças na estrutura cerebral que sugerem uma ligação entre a insónia e o desenvolvimento dessa doença neurodegenerativa. Pesquisas realizadas com pessoas saudáveis descobriram que quem tem insónias sofre alterações em áreas do cérebro que também são afetadas nos estágios iniciais da doença de Alzheimer. Os danos cerebrais da doença neurológica começam muito antes de o paciente desenvolver os primeiros sintomas”, noticia o El Pais.

Na publicação espanhola, lê-se ainda que “Não é a primeira vez que distúrbios do sono estão relacionados a um alto risco de demência. Um estudo publicado em 2018 na revista Alzheimer’s & Dementia já apontou que a insónia de meia idade está associada a um risco aumentado desse tipo de doenças neurodegenerativas”.